O Coro Regina Coeli de Lisboa, a celebrar 60 anos de atividade artística, apresenta o Concerto Solidário de Verão - Zarzuelas, com um programa alegre e cativante onde convive o lirismo da ópera e a leveza do teatro popular, o humor e a emoção, o quotidiano e o sonho, os amores e a festa.
De forma especial, este projeto assume uma forte dimensão solidária, ao associar-se ao 35.º aniversário do Banco do Bebé, uma instituição de reconhecida importância e relevância pelo seu trabalho de apoio a bebés, mães e famílias em situação de vulnerabilidade.
Concebido para Coro, Solistas, Piano e Percussão, este programa conta com o apoio da Égide – Associação Portuguesa das Artes e da Câmara Municipal de Cascais.

Programa
Pablo Sorozábal (1897–1988)Ensalada madrileñada ópera Don Manolito
Manuel Penella (1880–1939)rev. Miguel RoaTorero quiero serda ópera El gato montés
Federico Moreno Torroba (1891–1982)Mazurca de las sombrillasda ópera Luisa Fernanda
Enrique Granados (1867–1916)Andaluzain 12 Danzas españolas, op. 37 nº 5
Pablo Sorozábal (1897–1988)No puede serda ópera La tabernera del puerto
Federico Chueca (1846–1908)& Joaquín Valverde (1875–1918)Chotis del Eliseo madrileñoda ópera La Gran Vía
Tomás Bretón (1850–1923)Seguidillasda ópera La verbena de la Paloma
Isaac Albéniz (1860–1909)Asturiasda Suite española nº 1, op. 47
Gerónimo Giménez (1854–1923)Zapateado de la tarántulada ópera La tempranica
Agustín Lara (1897–1970)Granada
Federico Chueca (1846–1908)& Joaquín Valverde (1875–1918)El pasacalleda ópera El año pasado por agua
Jacinto Guerrero (1895–1951)Amigos, siempre amigosda ópera Los gavilanes
Notas de Programa
Ensalada Madrileña
Pablo Sorozábal (1897–1988) · Ópera Don Manolito
Apesar do calor que neste verão se faz sentir, começamos esta noite de Zarzuela num lugar mais fresco, na primavera dos picos da Serra Nevada. Um dos últimos trabalhos de Sorozábal trata de uma história de amor crescente entre Don Manolito, um homem maduro sócio de Don Jorge, e a jovem Margot (sobrinha de Don Jorge), passada numa estância de desportos de montanha. A salada madrilena é medley de canções populares em louvor à capital no início do segundo acto da ópera.
Torero quiero ser (Dúo de Solea y Rafael)
Manuel Penella (1880–1939) rev. Miguel Roa · Ópera El gato montés
Estreada em 1917 em Valência, uma história que narra a rivalidade mortal entre Juanillo, conhecido como El Gato Montés, e um toureiro de grande sucesso, Rafael, pela disputa do amor da jovem gitana Soleá — que tem o seu amor por Juanillo com quem cresceu, mas também sente um vínculo profundo com o toureiro que a acolheu.
Mazurka de las sombrillas
Federico Torroba (1891–1982) · Ópera Luisa Fernanda
Uma novela espanhola entre Luisa (jovem bordadeira) e Javier (militar fanfarrão e oportunista), Carolina (a duquesa enamorada por Javier) e Vidal (proprietário rural que corteja Luisa). No segundo acto, pelo Paseo de las Delicias em Madrid, dançamos esta mazurka, num cortejo amoroso e de intriga dramatizado através de uma dança elegante, com uma reza a Santo António, casamenteiro.
Andaluza
Enrique Granados (1867–1916) · 12 Danzas españolas op. 37 nº 5
Granados, compositor, pianista e ainda pintor, compôs a colectânea de doze danças espanholas por volta dos anos 90 do séc. XIX. De origem catalã, o seu estilo insere-se fortemente na vertente do nacionalismo espanhol. Embora composta para piano solo, a vitalidade rítmica da obra tornou-a incrivelmente popular para transcrições — especialmente para guitarra clássica — emulando os ritmos e texturas do punteado e rasgueado numa reminiscência à região andaluza.
No puede ser
Pablo Sorozábal (1897–1988) · Ópera La tabernera del puerto
Uma ária cantada pela personagem Leandro, o amor de Marola. Estamos em Cantabreda, uma cidade costeira a norte de Espanha. Marola, uma mulher misteriosa e atraente, gere uma nova taberna local e deixa os pescadores locais fascinados. As mulheres da cidade têm ciúmes e acusam-na de enfeitiçar os seus maridos. O enredo complica-se com esquemas de contrabando, culminando numa fuga tempestuosa pelo mar.
Chotis del Eliseu madrileno
F. Chueca (1846–1908) & J. Valverde (1875–1918) · Ópera La Gran Via
Eliseo é a personificação de um salão de baile situado no topo da Calle Velázquez, na capital espanhola. Este lugar recebe serventes, horteras e cozinheiras para um chotis, uma dança graciosa e elegante, traduzindo-se num baile castiço. La Gran Via, estreada em 1886, é uma sátira sobre um projecto urbanístico de Madrid em que todos contestam as decisões e as obras realizadas naquele local.
Seguidillas
Tomás Bretón (1850–1923) · Ópera La Verbena de la Paloma
Ópera em um acto apenas, passada na noite de 14 de Agosto em Madrid, por ocasião das festas da Virgem Paloma. Com toda a população na rua, num ambiente festivo, com comes e bebes e muita dança, aparece este baile entre chulapos e chulapas. Os rapazes dizem que vão oferecer às senhoras um xaile vindo da China, um churrito, pedindo depois que as levem de berlina al prado a passear.
Asturias
Isaac Albéniz (1860–1909) · Suite Española nº 1, op. 47
Contrastando com o vento do sul de Espanha da Andaluza de Granados, seguimos para noroeste: uma obra de grande virtuosismo para piano, composta igualmente na década de 1890, fundamental no repertório de guitarra clássica. A obra oscila entre uma abertura impetuosa, inspirada no flamenco em modo frígio, e uma secção intermédia de copla e malagueña, introspectiva e melancólica, regressando ao tema inicial.
Zapateado de la tarântula
Gerónimo Giménez (1854–1923) · Ópera La Tempranica
A cena insere-se num momento cómico e folclórico da obra. Grabié, irmão de Maria la Tempranica (apaixonada de Don Luis), entoa uma canção popular e atrevida descrevendo os efeitos maléficos da tarântula — metáfora humorística para a paixão impulsiva e perigosa. Giménez combina a tradição da música ligeira espanhola com uma instrumentação viva, repleta de castanholas e ritmos marcados, evocando a atmosfera andaluza.
Granada
Agustín Lara (1897–1970)
Uma canção composta em 1932 pelo único compositor "estrangeiro" neste programa. O encanto desta obra nota-se para lá da música, da poesia ou da sua popularidade. De nacionalidade mexicana, Lara visitou Espanha em 1954 — doze anos depois de compor Granada — e só dez anos mais tarde chegou à cidade. Esta peça fala-nos das mulheres deste lugar, do ambiente taurino e da paisagem andaluza.
El Pasacalle
F. Chueca (1846–1908) & J. Valverde (1875–1918) · Ópera El año pasado por agua
O ano de 1888 foi tão chuvoso e tempestuoso em Madrid que deu origem a esta ópera de quatro actos, vista como uma continuação brilhante da bem-sucedida La Gran Vía. O número de coro apresentado corresponde ao desfile de um grupo que vem da praça de touros e canta uma animada pasacalle em louvor aos diversos bairros da cidade.
Amigos, siempre amigos
Jacinto Guerrero (1895–1951) · Ópera Los gavilanes
Estamos numa aldeia da Provença, onde a história se desenvolve à volta da viúva Adriana, o amor de juventude de Juan — que regressa passados muitos anos emigrado no Peru e acaba por se apaixonar por Rosaura, filha de Adriana. Este coro surge após uma discussão entre Clariván e Triquet, que competem com os seus músicos para celebrar o regresso de Juan. Adriana reúne todos com um hino à amizade, pedindo que esqueçam as lutas desta vida.
Coro Regina Coeli de Lisboa | Concertato – Associação Musical
O Coro Regina Coeli de Lisboa foi fundado em 1966 pelo Maestro António Joaquim Lourenço e está sediado na Freguesia dos Olivais, em Lisboa. Com cerca de 50 elementos, desenvolve uma atividade musical assente num repertório vasto que abrange polifonia a cappella dos séculos XVI a XX e grandes obras corais-sinfónicas do barroco à contemporaneidade, incluindo compositores como Bach, Vivaldi, Haendel, Mozart, Beethoven, Fauré, Orff, Rutter, Bernstein e Gershwin, bem como autores contemporâneos como Arvo Pärt, Eric Whitacre, Morten Lauridsen, Ola Gjeilo e compositores portugueses atuais.
Tem mantido intensa atividade concertística em Portugal e no estrangeiro, participando em festivais e ciclos de referência como Óbidos, Sintra, Évora, Algarve, S. Roque – Lisboa e Coimbra, bem como em eventos institucionais da Expo’98, da Fundação Calouste Gulbenkian e do Santuário de Fátima. Realiza intercâmbios com coros internacionais e mantém colaborações regulares com orquestras profissionais, tendo já gravado para a RDP, RTP e Rádio Renascença.
Foi distinguido em concursos internacionais, com medalhas de ouro e prata em diferentes categorias da música coral, e promove o Curso Internacional de Música Vocal, em parceria com instituições académicas e orquestrais. Em 2016, no seu cinquentenário, encomendou uma obra coletiva a compositores portugueses com textos de José Tolentino de Mendonça, estreada e gravada.
Nos últimos anos, tem-se destacado com concertos em espaços emblemáticos como os Jerónimos, Sé de Lisboa, Mosteiro de Alcobaça e Santuário de Fátima, com repertórios do barroco à música contemporânea. Em 2026, a celebrar o seu 60.º aniversário, apresenta um programa comemorativo centrado nos ciclos de concertos sacros de Quaresma e Páscoa, Concerto Solidário de Verão com Zarzuela, masterclasses internacionais e programação sinfónica de Natal.
A direção artística está a cargo de Maria de Fátima Nunes e Marcos Cerejo, coadjuvados por Alexandre Gomes.
Maria de Fátima Nunes | Maestrina
Natural de Lisboa (1987), realizou os seus estudos musicais no Instituto Gregoriano de Lisboa, é licenciada em Fisiologia Clínica (Escola Superior de Tecnologias da Saúde de Lisboa), mestre em Direcção Coral – ensino e performance (Escola Superior de Música de Lisboa) e pós-graduada em Estudos Avançados em Polifonia (Escola Superior de Artes e Espectáculo do Porto). Trabalha regularmente como maestrina e mezzo-soprano nalguns projectos nacionais e internacionais e ainda como professora de coro na Escola de Música de Nossa Senhora do Cabo. Na área do canto teve oportunidade de trabalhar com Armando Possante e Manuela de Sá. Como solista, realiza alguns concertos em repertório de várias épocas e estilos. Trabalhou com Michel Corboz, Esa Pekka Salonen e Patrice Chéreau, John Nelson, Leonardo García Alarcón, entre muitos outros. Fez parte do Tenso Europe Chamber Choir (Kaspars Putnins) e participou em vários festivais de renome na Europa integrando vários agrupamentos, como o Festival de Ambronay (FR), Festival d’Aix en Provence, Oude Muziek (NL). Recentemente, foi responsável pela preparação do Coro da Jornada Mundial da Juventude Lisboa 2023 e integra a direcção artística do Coro Regina Coeli de Lisboa a partir de Setembro 2023. É maestrina assistente do Coro Participativo do Summer Choral Festival of Lisbon (desde 2017) e do Coro Participativo da Fundação Calouste Gulbenkian (2017, 2018 e 2024). É assistente da direcção artística do Coro Gulbenkian e maestrina assistente do Ensemble São Tomás de Aquino. Como cantora de ensemble, trabalha regularmente com o Choeur du Chambre de Namur (BE), Vocal Ensemble (Vasco Negreiros) Officium Ensemble (Pedro Teixeira) e Coro Gulbenkian (PT).
Cátia Moreso | Meio-Soprano
Estudou na Guildhall School of Music and Drama, em Londres, onde obteve a licenciatura em canto e mestrado (curso de ópera) como bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian. O seu repertório de ópera inclui, entre outros: Preziosilla em La forza del destino; Dorabella em Così fan tutte; Jocasta em Oedipus rex; Ježibaba em Rusalka; Suzuki em Madama Butterfly; Maddalena em Rigoletto; Eboli em Don Carlo; Madame de Croissy em Dialogues des carmélites; papel titular em Carmen; Santuzza em Cavalleria rusticana; Condessa di Coigny e Madelon em Andrea Chénier; Siebel em Faust e Azucena em Il trovatore. Em concerto, interpretou como solista: Messa da Requiem de Verdi; Requiem de Mozart; Stabat Mater de Pergolesi; Oratória de Natal e Oratória de Páscoa e Paixão segundo São João de J. S. Bach; Petite messe solennelle de Rossini; Elijah de Mendelssohn; Messiah de Händel; L’enfance du Christ de Berlioz;, 9.ª Sinfonia de Beethoven e Aida.
Bruno Almeida | Tenor
Nasceu em Lisboa. Realizou a sua formação em canto com Filomena Amaro, Isabel Biu, Paulo Ferreira e Luís Rodrigues, além de ter frequentado vários cursos de aperfeiçoamento. Estreou-se no domínio da ópera em 2010, com o Sintra Estúdio de Ópera, no papel de Federico em As Taças de Hymineu. Fez parte do Estúdio de Ópera do Teatro Nacional de São Carlos, no ano de 2011. Desempenhou, entre outros, os papéis de 1.º Segurança, na estreia mundial da ópera Banksters (Nuno Côrte-Real), Gran Sacerdote (Idomeneo, Mozart), Beppe/Arlecchino (I pagliacci, Leoncavallo), El Remendado (Carmen, Bizet), Gernando (L’isola disabitata, D. Perez), Don Ottavio (Don Giovanni, Mozart), Tony (West Side Story, Bernstein), Sportin’ Life (Porgy and Bess, Gershwin, adaptação de N. Côrte-Real), Alfredo (La traviata, Verdi), Mario Cavaradossi (Tosca, Puccini), e Tamino (A flauta mágica, Mozart, versão portuguesa). Em teatro musical, desempenhou Phantom (The Phantom of the Opera, Lloyd Weber) e Jean Valjean (Les Misérables, Schönberg, versão concerto). Em concerto cantou obras como Magnificat (J. S. Bach), Missa Grande (Marcos Portugal), Mattutino de’Morti (David Perez), a cantata A Paz da Europa, Requiem (J. D. Bomtempo), Messiah (Händel), Requiem (Mozart), Oratório de Natal (C. Saint-Saens), “Vésperas”, op. 37 (Rachmaninov), Misa Criolla (A. Ramirez) e Sinfonia nº 9 (Beethoven). Actua frequentemente em recital, galas e festivais, com destaque para Verdi 200 Gala (Festival Junger Künstler, Bayreuth, Alemanha), Brighton Early Music Festival (Brighton, Inglaterra), Dias da Música e Temporada de Música de São Roque.
Tiago Mileu | Piano
Tiago Mileu nasceu em Portalegre, e iniciou os estudos de piano nesta cidade aos oito anos. Apresentou-se a solo em lugares como o Centro Cultural de Belém, Casa da Música (Porto), Teatro Nacional de S. Carlos, Teatro Nacional D. Maria II, Palácio Nacional da Ajuda, Palácio Galveias, Museu Nacional da Música – com diversas transmissões de recitais, em directo e diferido, pela RTP Antena 2. Venceu diversos prémios em concursos internacionais em Portugal, Espanha, França e Polónia. Aperfeiçoou-se com mestres como Sequeira Costa, Dina Chevtchuk, Galina Eguiazarova, Alicia Dubrowski. Figurou em reportagens, entrevistas e notícias dadas pelos principais canais de televisão, rádio e imprensa. Colabora regularmente com diversos cantores e instrumentistas de renome.
Abel Cardoso | Percussão
Abel Cardoso concluiu o curso na Escola de Música e Bailado de Nossa Senhora do Cabo, em Linda-a-Velha, tendo como professor Carlos Voss. Na Escola Superior de Música de Lisboa obteve a Licenciatura com nota máxima, tendo estudado com os professores Richard Buckley e Carlos Voss. Obteve os graus de Mestre em Ensino da Música e Performance sob orientação de Pedro Carneiro. Ao longo da sua formação apresentou-se com a Orquestra da Juventude e a Orquestra Sinfónica Juvenil, entre outras. Enquanto profissional, colaborou com a Orquestra Metropolitana de Lisboa, a Orquestra Sinfónica Portuguesa, a Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras, a Orquestra do Algarve e a City of London Orchestra. Participou ainda em diversos concertos com os Percussionistas de Estrasburgo, o Ensemble Intercontemporain (Paris), o Ensemble Xenakis (U.S.A.) e o Remix Ensemble. No âmbito da música de câmara, é membro fundador do sexteto de percussão Rhythm Method e diretor artístico dos Percussionistas de Lisboa, tendo recentemente gravado o CD Bach Marimbas. Como docente, foi professor na Escola Profissional de Música de Évora, nos Conservatórios de Almada, Alhandra, Palmela e Linda-a-Velha e na Escola Superior de Música de Lisboa.
André Castro | Percussão
Inicia o seu percurso musical através do pai, flautista de profissão, começando os estudos de Percussão na SFOA com o Professor Valter Passarinho. Posteriormente, estuda na EMCN com o Professor João Paulo Monteiro e na Metropolitana com o Professor Marco Fernandes. Prossegue a sua formação na ANSO, onde estuda com Rui Sul Gomes, Pedro Silva, Fernando Llopis e Richard Buckley. Em 2021 frequenta o Master Anual de Tímpanos e Percussão no Conservatório Lorenzo Perosi, em Itália, com Nando Russo, e em 2025 conclui o Mestrado na ESART, sob a orientação de Bruno Costa e André Dias. Em 2022 participou no Wieland Paukenkurs, orientado pelo Professor Wieland Wetzel, da Berliner Philharmoniker. Em 2016 apresenta-se como solista convidado com o Grupo de Percussão da EMCN no Festival “Tomarimbando” e, em 2025, estreia o Concerto para Tímpanos e Orquestra do compositor J. Carlos Alves, acompanhado pela Sinfonietta de Castelo Branco. Colaborou com diversas orquestras de jovens, como a Oj.com, a Orquestra Sinfónica Juvenil, Young German-Hungarian Philharmonic, Orquestra Nacional de Jovens, Orquestra do Estágio Gulbenkian, Orquestra de Jovens do Mediterrâneo e participou no projeto Side by Side com a Royal Concertgebouw Orchestra. Colaborou com a Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música, a Orquestra Gulbenkian, Nederlands Philharmonisch Orkest, Nederlands Kamerorkest, Malta Philharmonic Orchestra, entre outras. Em 2017 ingressa na Banda Sinfónica da PSP, desenvolvendo posteriormente atividade pedagógica no Conservatório de Música de Cascais e no Conservatório de Música de Sintra, bem como atividade profissional enquanto membro da Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras. Em 2025 vence a audição para timpaneiro na Welsh National Opera e, em 2026, a audição para Solista A na Orquestra Sinfónica Portuguesa.







